Região Nordeste

No oeste da Bahia, Audiência Pública reúne milhares de trabalhadores e trabalhadoras para debater e denunciar junto a representantes do poder público os crimes ambientais e sociais na região 

Professora desconfia que a causa das recentes anomalias genéticas que atingem as crianças da região pode ter sido o uso intensivo de agrotóxicos. Pais trabalham em empresas de monocultura do agronegócio. 

Garota com anomalias físicas (Foto: Arquivo pessoal)

Histórico de disputa na região do Oeste da Bahia já existe há anos, violentando a população que sofre diariamente com ameaças

Não é de hoje que as riquezas naturais da região do Oeste da Bahia estão em disputa. Populações ancestrais de ribeirinhos, quilombolas, povos indígenas, comunidades tradicionais de “Fechos de Pasto” têm enfrentado todo o tipo de violência para defender seu território, o cerrado, a vida e sua própria existência.

“Força Tarefa” da Polícia que vem investigando os últimos atos ocorridos em defesa da água em Correntina tem usado de violência e pressão psicológica para pressionar famílias ribeirinhas

 

“Ivadiram minha casa, reviraram todos os cômodos, bagunçaram tudo, fiquei na mira de uma arma por quase 1 hora”, afirma uma das testemunhas que não quis se identificar por motivos de segurança.

O Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH), vem a público manifestar extrema preocupação com o atual cenário em Correntina/BA, em especial com a condução das investigações referentes às manifestações ocorridas neste mês, onde a população local questiona o poder público sobre a utilização indiscriminada da água do Rio Arrojado por empresas privadas ligadas ao agronegócio.

Ocorreu na manhã deste sábado (11) em Correntina (BA), ato em defesa dos rios da região e em solidariedade aos trabalhadores que, no dia 2 de novembro, ocuparam duas fazendas do oeste baiano, contra a apropriação indevida da água e em defesa do rio Arrojado. Após a ação, eles passaram a ser criminalizados e um contingente policial desproporcional foi destacado e acompanhou o ato de hoje, incluindo tropa de choque. O Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) esteve presente na atividade prestando solidariedade se somando na luta.

O ilegítimo governo Temer quer privatizar as principais empresas públicas de energia elétrica do país. O objetivo é a entrega completa do patrimônio público ao controle dos banqueiros e das transnacionais para aumentar seus lucros. O povo brasileiro será o grande prejudicado. Neste artigo, escolhemos a CHESF como símbolo e apresentamos ao povo brasileiro sete motivos para lutar contra sua privatização.

Em Petrolina, Univasf recebe bordados que contam história de violações de direitos e resistências na vida das atingidas

Nos dias 24 e 25 de agosto, ocorreu a I Etapa de Formação de Formadores da Plataforma Operária e Camponesa da Energia no Estado do Piauí. 

Em audiência com o MAB, o Secretário Jaques Wagner afirmou importância da criação da Politica Estadual dos Atingidos e a luta em defesa da Petrobras na Bahia