Região Sudeste

Cerca de 70 pessoas, membros de diversas organizações sociais do campo e da cidade, participaram nos dias 17 e 18 de agosto de mais um Seminário da Plataforma Operária e Camponesa da Energia em Minas Gerais, agora realizado na cidade de Ponte Nova, na Zona da Mata mineira. O evento também é parte da Jornada de Lutas promovida pela Via Campesina neste mês de agosto.

O comitê visa articular melhor a sociedade contra o projeto do Código Florestal aprovado na Câmara dos Deputados, em maio deste ano, e que atualmente se encontra em discussão no Senado.

O objetivo é se contrapor ao projeto de lei (PLC 30/2011), que modifica o Código Florestal. Aprovado pela Câmara dos Deputados no final de maio, a medida é criticada por pesquisadores, organizações sociais e ambientalistas, que defendem que o novo Código enfraquecerá a proteção às florestas e promoverá um retrocesso no combate ao desmatamento.

Cerca de 500 trabalhadores e trabalhadoras acampados e assentados do MST do estado de São Paulo ocuparam a sede da Superintendência do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), na manhã de hoje, 03 de agosto. O ato tem por objetivo pressionar o governo para a pauta da Reforma Agrária.

O Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) levou a visão dos atingidos sobre os impactos causados pelas hidrelétricas ao debate “Articulação do Ministério Público na questão de Hidrelétricas (Usina Hidrelétrica – UHE e Pequena Central Hidrelétrica – PCH)”.

A cobrança abusiva teria começado em 2008, quando a AES Eletropaulo realizou a troca dos relógios de medição nas casas da região. Com os equipamentos novos, os moradores dizem que as tarifas saltaram de R$ 15 ou R$ 20 mensais para R$ 100, R$ 150 e R$ 200, em média.

Estudantes do Curso Energia e Sociedade no Capitalismo Contemporâreo realizaram na semana passada dois atos da campanha contra os agrotóxicos na UFRJ.

Os moradores do Jardim Julieta e da favela do Violão, na zona norte da cidade de São Paulo (SP) estão indignados com as cobranças abusivas feitas pela empresa AES Eletropaulo. De acordo com eles, o consumo indicado nas contas de luz não representa aquilo que de fato os moradores utilizam.

Participarão do seminário cerca de 120 pessoas de movimentos sociais, redes de articulação, representantes de universidades e convidados do Brasil e de outros países da América Latina, Europa e África. Está confirmada a presença de representantes da Suíça, Chile, México, El Salvador, Colômbia, Argentina, Paraguai, Moçambique, Espanha, Venezuela, Paraná, Bolívia, Perú e Canadá.