Região Sudeste

Após dez anos da construção da usina hidroelétrica de Irapé população do Vale do Jequitinhonha sofre com a violação dos direitos, inclusive a falta de energia elétrica

Secundaristas saíram da Estação Butantã, na zona oeste paulistana e passaram por colégios que foram ocupados pelo movimento no ano passado.

Contrastando com a manifestação majoritariamente branca do último domingo, o ato em defesa da democracia que aconteceu na avenida Paulista foi marcado pela diversidade; “Percebam que a Paulista não tem cor. Ela é colorida, multicolor!”, exclamou Chico César no protesto que mais pareceu uma festa pela democracia.


Por Ivan Longo, da Revista Fórum

Vazamento de grampo telefônico de conversa entre Dilma e Lula foi duramente criticado pelo campo progressista na noite de ontem (16) no Teatro da PUC de São Paulo.

Por Helder Lima, da Rede Brasil Atual

Os representantes das empresas apresentaram a mesma conversa que se repete nas comunidades, de que a Samarco está fazendo o que deve ser feito. A empresa disse “não” a todos os pontos requeridos e jogou a pauta para dentro do acordo com o governo.

Nesta segunda-feira (14), Dia Internacional de Luta Contra as Barragens, movimentos populares escracharam o Complexo Mineroquímico da Vale Fertilizantes, em Cajati (SP). No ato, aproximadamente 800 pessoas protestaram contra os projetos de mineração na região do Vale do Ribeira (SP) e denunciaram a responsabilidade da empresa na morte de 19 pessoas em Mariana (MG).

Atingidos paranaenses e da região do Vale do Ribeira em São Paulo se uniram hoje (14) pela manhã nas mobilizações que marcam o “Dia Internacional de Luta Contra as Barragens”.

No terceiro dia seguido de mobilização, mulheres mineiras realizam ato pela diminuição do preço da luz e denunciam contrato entre CEMIG e Samarco por fornecimento mais barato de energia.

Centenas de mulheres acordaram cedo no dia de hoje (09) para o terceiro dia da jornada de mobilizações do mês de março.

por Thiago Alves, do Rio de Janeiro

Fotos: Joka Madruga

Mais de 2 mil mulheres seguiram em marcha pelas ruas do centro de Belo Horizonte na tarde desta terça-feira (8) em ato unitário pelo Dia Internacional das Mulheres

Entre as diversas reivindicações, a denúncia do crime cometido na Bacia do Rio Doce teve um destaque especial. Assim como em outras regiões, as mulheres fizeram questão de “devolver” para a Vale, a mesma lama que as atingiu no final do ano passado.