Região Sul

Consórcio da hidrelétrica Baixo Iguaçu tem até o dia 5 de outubro para apresentar área que será destinada ao reassentamento das famílias atingidas


Nesta quarta-feira (14), atingidos pela Usina Hidrelétrica Baixo Iguaçu estiveram reunidos no Palácio das Araucárias, em Curitiba (PR), com o objetivo de avançar no preço das terras e nas áreas destinadas ao reassentamento das famílias, que aguardam posicionamento do consórcio há três anos.

Após desocupação violenta da PM na última quinta-feira (8), que resultou em diversas pessoas feridas e três detenções, atingidos protestaram nas ruas do Paraná

Durante reitegração de posse, Batalhão de Choque da PM usou bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha

Há mais de três anos, as famílias atingidas pela UHE Baixo Iguaçu (Neoenergia 70% e Copel 30%), buscam respostas aos problemas causados pela construção da usina.

Na ultima sexta feira (02), o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e Terra de Direitos participaram de uma reunião, com os quilombolas da comunidade Invernada Paiol de Telha, município de Reserva do Iguaçu, no Paraná, e engenheiros, representando a empresa Reinhofer Energia, sobre os projetos de PCHs (Foz do Capão Grande e Pituquinhas) a serem construídas no rio Capão Grande.

Pela terceira vez seguida à empresa Neoenergia cancela em última hora a reunião de negociação com os atingidos, que estava marcada para a ultima terça feira (30).

A plenária estadual foi realizada no mesmo dia em que se completaram 21 anos da morte do sociólogo brasileiro Florestan Fernandes, que carregava entre suas bandeiras de luta o acesso universal à educação

Texto e fotos: Catiane Medeiros/MST

Por: Davi Macedo/Sindipetro PR/SC

A importância de manter o petróleo como patrimônio estratégico nacional foi tema de debate na tarde desta segunda-feira (08), no Salão Nobre da Faculdade de Direito da UFPR. A atividade faz parte da programação do Circo da Democracia, um fórum que acontece em Curitiba desde o dia 05 até 15 de agosto e conta com a participação de mais de 100 instituições e entidades da sociedade civil organizada.

Nesta segunda-feira (01), atingidos paralisaram todos os trabalhos no canteiro de obras da Usina Hidrelétrica São Roque, gerido pelo consórcio Rio Canoas, de propriedade da empresa Engevix.

As famílias reivindicam a abertura de negociação com a empresa e o cumprimento dos acordos já feitos com os atingidos. Entre os principais pontos estão a compra de terra para reassentamento, reconhecimento dos direitos negados e indenizações.

Apesar da ausência do Instituto Ambiental do Paraná, os atingidos entregaram a pauta de reivindicações ao governo estadual