Região Sul

Na ultima sexta feira (02), o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e Terra de Direitos participaram de uma reunião, com os quilombolas da comunidade Invernada Paiol de Telha, município de Reserva do Iguaçu, no Paraná, e engenheiros, representando a empresa Reinhofer Energia, sobre os projetos de PCHs (Foz do Capão Grande e Pituquinhas) a serem construídas no rio Capão Grande.

Pela terceira vez seguida à empresa Neoenergia cancela em última hora a reunião de negociação com os atingidos, que estava marcada para a ultima terça feira (30).

A plenária estadual foi realizada no mesmo dia em que se completaram 21 anos da morte do sociólogo brasileiro Florestan Fernandes, que carregava entre suas bandeiras de luta o acesso universal à educação

Texto e fotos: Catiane Medeiros/MST

Por: Davi Macedo/Sindipetro PR/SC

A importância de manter o petróleo como patrimônio estratégico nacional foi tema de debate na tarde desta segunda-feira (08), no Salão Nobre da Faculdade de Direito da UFPR. A atividade faz parte da programação do Circo da Democracia, um fórum que acontece em Curitiba desde o dia 05 até 15 de agosto e conta com a participação de mais de 100 instituições e entidades da sociedade civil organizada.

Nesta segunda-feira (01), atingidos paralisaram todos os trabalhos no canteiro de obras da Usina Hidrelétrica São Roque, gerido pelo consórcio Rio Canoas, de propriedade da empresa Engevix.

As famílias reivindicam a abertura de negociação com a empresa e o cumprimento dos acordos já feitos com os atingidos. Entre os principais pontos estão a compra de terra para reassentamento, reconhecimento dos direitos negados e indenizações.

Apesar da ausência do Instituto Ambiental do Paraná, os atingidos entregaram a pauta de reivindicações ao governo estadual


De 16 a 20 de maio aconteceu no município de Palmitos-SC o Curso de Multiplicadores do Projeto PAIS e Aquecedores Solares, um convênio entre ADAI – Associação de Desenvolvimento Agrícola Interestadual e Fundação Banco do Brasil

Na manhã deste sábado (21), foi realizado debate organizado pela Frente Brasil Popular no Sindicato dos Metalúrgicos em Erechim, que contou com o representante da coordenação nacional da Frente, Luis Dallacosta

A Usina Hidrelétrica Baixo Iguaçu, prevista para ser construída no rio Iguaçu, o maior da região sudoeste do Paraná, faz parte da atual política de expansão do setor elétrico nacional. Oficialmente, sua construção atingirá 360 famílias – como consta no Plano Básico Ambiental (PBA) da usina. Mas, nas contas do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), são cerca de 800 grupos familiares, mais de 3 mil pessoas. Esse é um fato recorrente nas barragens: o número de indenizados é sempre inferior à realidade.

 

Após os episódios de repressão policial ocorridos na última sexta-feira (13), quando doze atingidos foram detidos pela PM sob a falsa acusação de furto, hoje (16) pela manhã, os atingidos pela UHE Baixo Iguaçu voltaram a ocupar o canteiro de obras da usina.

Segundo a coordenação do MAB na região, a mobilização foi motivada pelo descaso que o poder público, em especial o governo do Paraná, sobre as rédeas de Beto Richa, e o consórcio que controla a usina, tem tratado as famílias atingidas.