Região Sul

Entre as principais demandas das camponesas está o incentivo à produção agroecológica através da proibição do uso do agrotóxico 2,4-D e da pulverização aérea em assentamentos, além de seminário estadual para discutir o impacto dos venenos nas áreas de reforma agrária.

Desde o início da manhã desta terça-feira (8), Dia Internacional de Lutas das Mulheres, centenas de atingidas por barragens ocupam a frente dos escritórios centrais da Companhia de Energia do Estado do Paraná (Copel), em protesto contra os abusivos preços da luz.

Cerca de 1200 camponesas ligadas ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) ocuparam, na manhã desta terça-feira (8), o prédio da superintendência regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), em Porto Alegre (RS).

Durante os dias 18 e 19 de fevereiro, aproximadamente 200 pessoas participaram, na Comunidade de Santa Fé Baixa, no município de Itapiranga (SC), do Encontro Estadual dos Atingidos por Barragens.

Entre os dias 18 e 19 de fevereiro, a cidade de Itapiranga será sede do “I Encontro Estadual dos Atingidos de Santa Catarina”. 

Segundo Luis Dalla Costa, da coordenação nacional do MAB, o encontro representa uma celebração histórica dos atingidos da região sul e o fortalecimento da organização catarinense:

Na noite da última quarta-feira, 09 de dezembro, a APP Sindicato sediou, em Curitiba, o evento “Modelo Energético, Violação de Direitos, Meio ambiente e a Luta das mulheres”.

Pela primeira vez na história, a luta dos atingidos por barragens garantiu que vítimas de enchentes à jusante de barragem fossem ressarcidas

No Rio Grande do Sul, atingidas debatem o modelo energético e a violação dos direitos das mulheres na construção de barragens.

O documentário "Garabi Panambi: a Última Batalha do Rio Uruguai, produzido pelo Coletivo de Comunicação do MAB, foi premiado como Melhor Curta (Temática Ambiental Água), no 2º Festival de Cinema de Três Passos-RS.

O curta narra a trajetória de resistência da população que vive às margens do último trecho sem barragens do rio Uruguai, entre a divisa do Brasil e Argentina. Desde 2008 a população revive um drama antigo: o projeto binacional de construção das hidrelétricas de Garabi e Panambi.