Amazônia

Em Rondônia cerca de 20 atingidos e militantes da Via Campesina iniciaram o curso de Comunicação e cinema, desde o dia 22, trata-se do Projeto “Cinema Itinerante na Comunidade”, Convênio Nº001/2013 celebrado entre a EVG Solutions, Associação de Preservação Ambiental do Meio Ambiente e Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e Eletronorte.

O ano de 2015 começa com notícias que mexem com a tranqüilidade da população região do Araguaia –Tocantins. A construção da Hidrelétrica de Marabá está prevista para iniciar em meados deste ano, segundo o Ministério de Minas e Energia, e será concluída até 2023. Há mais de seis anos o MAB vem alertando para que a população se organize para buscar seus direitos na possibilidade da construção da usina.

"Entre a Cheia e o Vazio" é o título do documentário realizado pelo grupo de "Mapeamento Social como Instrumento de Gestão Territorial  contra o Desmatamento e a Devastação" e a Universidade Federal de Rondônia.

Os atingidos pelas barragens do rio Tapajós organizados no MAB, juntamente com o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Itaituba, Trairão e Rurópolis, a CPT e Fetagri estiveram mobilizados nos dias 19 e 20 de maio em Itaituba, sudoeste do Pará.

É com muita tristeza que informamos o falecimento do Cacique, líder indígena, defensor do povo indígena, Paiaré. Faleceu no último sábado, dia 30 de março.

O projeto hidrelétrico de Belo Monte, antiga Kararaô, vem sendo planejado desde o início da ditadura militar, com o objetivo de gerar energia para a demanda nacional. Nas décadas de 1980 e 1990, esse projeto e os demais pensados para o rio Xingu foram suspensos, mesmo que temporariamente, em função da crise econômica e as lutas indígenas contra o projeto. Somente a partir do início dos anos de 2000, começou a ser rediscutido, mudando seu projeto técnico, ambiental e financeiro, mas também de nome, mas com a mesma gana e cobiça.

As famílias da ocupação urbana Acampamento Novo Horizonte, na cidade de Brasil Novo (Pará) reuniram-se hoje (12) para estabelecer prioridades para fortalecer a luta e conquistar o direito à moradia. Os acampados querem agilidade na liberação da área, um terreno ocioso que foi ocupado no dia 6 de janeiro deste ano.

Em carta, indígenas denunciam arbitrariedades e pedem o fim da Operação Tapajós. O Movimento dos Atingidos por Barragens, que acompanha de perto os desdobramentos da ação militar, reafirma a aliança com os Mundurukus e receia conflitos também com comunidades ribeirinhas