Arpilleras

As arpilleras bordadas pelas mulheres atingidas por barragens na Amazônia, foram expostas durante o “2º Seminário de Etnobiodiversidade e Questões Socioambientais na Amazônia: saberes conjugados e socialidade multicultural”, nos dias 26 e 27 de outubro de 2016 na comunidade Vila Que Era e no campus da Universidade Federal do Pará (UFPA), em Bragança (PA).   

Durante o dia de ontem (24), o Movimento dos Atingidos por Barragens  (MAB) e a Associação de Estudo, Orientação e Assistência Social – ASSESOAR, realizam oficina das arpilleras com as mulheres atingidas que estão acampadas em frente à Usina do Baixo Iguaçu, na região sudoeste do Paraná.

Começou neste domingo (18 de setembro) a exposição “Arpilleras Amazônicas: costurando a luta por direitos”, no Sesc Boulevard, em Belém. A mostra é uma parceria entre o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e o Sesc. Ela traz 17 telas de tecidos costuradas por mulheres atingidas por barragens integrantes do MAB na Amazônia para denunciar a violação de direitos humanos nessas obras.

O Centro Cultural Sesc Boulevard e o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) apresentam a exposição "Arpilleras Amazônicas: Costurando a luta por direitos”. A mostra traz um conjunto de telas de tecidos (arpilleras), peças únicas costuradas a muitas mãos por mulheres atingidas e ameaçadas por barragens da região Amazônica. Toda a programação ocorrerá entre os dias 18 a 30 de setembro, no Centro Cultural Sesc Boulevard, em Belém (PA).

O MAB expôs as arpilleras feitas pelas mulheres da Amazônia na barraca da Santa, na orla do cais, em Itaituba, nesse domingo (13 de março). É a terceira exposição do acervo na região do Tapajós.

Foram expostas 9 arpilleras construídas coletivamente pelas mulheres do MAB no Tapajós, Xingu e Araguaia-Tocantins, no Estado do Pará. Parte delas foi feita nas oficinas do projeto apoiado pela Christian Aid e União Europeia para fortalecimento da organização das mulheres do Tapajós.

Entre 25 de setembro e 25 de outubro, o Salão de Atos do Memorial da América Latina recebeu a exposição internacional “Arpilleras: bordando a resistência”, que reúne 37 peças de bordado construídas por mulheres de seis países da América Latina e Europa, com o objetivo de problematizar e transgredir o papel feminino na sociedade. As obras foram elaboradas por meio de uma técnica de bordado, conhecida como arpillera, popularizada mundialmente a partir da oposição realizada ao regime militar chileno (1973 - 1990).

Na tarde desta quinta-feira (22), o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) doou uma das 26 arpilleras da exposição “Arpilleras: bordando a resistência” para o acervo permanente do Memorial da América Latina.

O Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) realizou a exposição “Arpilleras Amazônicas: mulheres atingidas por barragens costurando direitos na Amazônia”, apresentando 16 arpilleras produzidas por atingidas de Rondônia e do Pará na Faculdade do Tapajós (FAT), em Itaituba, na noite de sexta-feira (2 de outubro).

As peças foram produzidas por mulhereres atingidas pelas barragens de Belo Monte (PA), Tucuruí (PA), Santo Antônio (RO) e Samuel (RO) e ameaçadas pelos projetos do Complexo Tapajós (PA) e Marabá (PA).

Sediada no Memorial da América Latina, a mostra “Arpilleras: bordando a resistência” reúne peças de mulheres afetadas por conflitos de vários países do mundo