Via Campesina

De 19 a 22 de abril aconteceu em Cochabamba, na Bolívia, a “Conferência Mundial dos Povos sobre Mudanças Climáticas e os Direitos da Mãe Terra”. Organizações populares do mundo inteiro participaram para debater sobre as conseqüências do sistema capitalista sobre as mudanças climáticas e a luta a ser travada pelas organizações sociais e populares.

'Pi ti, Pi ti, zwazo fé nich'
(Pouco a pouco, o pássaro faz seu ninho)

As conquistas da classe trabalhadora são árduas e escassas. Os opressores buscam de todas as formas sufocá-las. E, quando não o conseguem, a única saída é mantê-las no anonimato, para que seu exemplo não seja difundido e seguido.

Hoje (8/4), às 20h, a Via Campesina faz um ato pelo fim da violência contra as mulheres. A atividade faz parte da programação do Encontro Nacional da Juventude – pelos direitos dos atingidos e por um projeto energético popular, organizado pelo Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB). Uma representante da Secretaria Especial de Política para as Mulheres estará presente no ato.

Somando-se à luta feminista durante este 8 de março, as mulheres da Via Campesina se mobilizam por todo o país para denunciar os malefícios do agronegócio contra a vida e o trabalho das camponesas. Atos, protestos e atividades de formação e estudos acontecem desde a semana passada em todas as regiões do país.

Ações fazem parte da jornada em comemoração ao Dia Internacional das Mulheres

Ontem (20/01), a II Planária Nacional da Via Campesina Brasil lançou a Campanha Mundial Pelo Fim da Violência Contra as Mulheres. A campanha tem como foco central todas as formas de violência, física ou psicológica, exercida contra as mulheres do campo, mas também quer dar visibilidade à violência praticada contra todas as mulheres do mundo. Ela terá um caráter de denúncia e pretende desmistificar a naturalização da violência.

Após o relato do trabalho realizado no Haiti pela Brigada Internacionalista Dessalines – composta por quatro militantes brasileiros da Via Campesina –  a II Plenária Nacional  discutiu meios de ampliar a solidariedade ao povo haitiano, que recentemente sofreu com um forte terremoto que devastou o país.

Cerca de 80 representantes de movimentos sociais do campo deram início à II Plenária Nacional da Via Campesina Brasil, na Escola Nacional Florestan Fernandes, em Guararema (SP), nesta terça-feira (19/1).

Além de estudar temas referentes à soberania alimentar e energética e à atual conjuntura política, os movimentos sociais pretendem fazer uma planejamento das atividades da Via Campesina Brasil para este ano de 2010.