Cana Brava

Doze anos após a conclusão das obras da barragem de Cana Brava, as famílias atingidas devem receber reparação pelos direitos violados pela empresa Tractebel Energia (GDF Suez).

 

Por volta das 13 horas desta quarta-feira (14), o juiz de Di Cavalcanti, município de Goiás, determinou a reintegração de posse da entrada principal da Usina Hidrelétrica de Cana Brava, ocupada desde a madrugada de domingo (11) por cerca de 500 famílias organizadas no Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB).

Cerca de 400 famílias atingidas por barragens ocupam, desde a manhã de domingo (11), o portão de entrada da Usina Hidrelétrica de Cana Brava, em Goiás. As famílias cobram da empresa francesa Suez-Tractebel, concessionária da usina, o pagamento do passivo aos atingidos pela obra.

Cerca de 500 atingidos participam de audiência pública para debater o relatório que aponta violações dos direitos humanos na construção de barragens.