Complexo Tapajós

Suspension is a victory of all the struggles of the people of the region 

Suspensão é uma vitória do conjunto das lutas do povo da região 

Em mais uma manifestação popular realizada neste sábado (22) pelo movimento Itaituba Acordou, vem pra rua!, formado principalmente por estudantes, professores e outros ativistas locais, mais de 300 pessoas caminharam nas principais ruas da cidade convocando a população para fortalecer a mobilização pela melhoria dos serviços públicos e a conquista de novos direitos que melhorem a qualidade de vida de todos.

Militantes do MAB debatem resistência e organização com famílias ameaçadas pelas hidrelétricas de São Luiz do Tapajós e Jatobá. As atividades também são parte da preparação para o Encontro Nacional.

Foto: Fernanda Lingabue

"De todos os ingredientes dessa salada promíscua do público-privado, num arranjo bem engendrado, o mais nefasto, no último período, caindo como um golpe mortal sobre os indígenas, tem sido o preconceito."

Cerca de 170 indígenas voltaram a ocupar, na madrugada desta segunda-feira (27), o principal canteiro de obras da Usina Hidrelétrica Belo Monte, em Vitória do Xingu, no sudoeste do Pará. A reivindicação central é a de que as obras da usina hidrelétrica de Belo Monte e os estudos para a construção das usinas no Rio Tapajós sejam suspensos até que as consultas prévias aos povos indígenas sejam realizadas.

Com um prazo de 24 horas dado pela desembargadora Selene de Almeida, do TRF-1, Brasília (DF), os cerca de 180 indígenas de nove povos dos rios Teles Pires, Tapajós e Xingu, afetados por projetos hidrelétricos, decidiram se retirar do principal canteiro de obras da UHE Belo Monte, às margens da Transamazônica, no Pará, no início da noite desta quinta-feira, 9.