Levante

Da Página do MST

Após o escracho do Coronel Brilhante Ustra, realizado por diversos movimentos sociais, como o Levante Popular da Juventude e o MST, Ustra, em seu blog pessoal, postou mensagens em tons de ameaça a uma militante do Levante.

Em nota (leia abaixo), o movimento denuncia o ocorrido e afirma seu compromisso em continuar lutando até que os torturadores da ditadura militar sejam punidos:

 

O objetivo do acampamento é animar a juventude para a transformação da realidade de exploração e desigualdade gerada pelo capitalismo, tendo como horizonte o Projeto Popular para o Brasil. Os jovens que vão participar da atividade são de diferentes regiões do Rio Grande do Sul.

Nesta segunda-feira (14), o Levante Popular da Juventude promoveu mais uma série de esculachos contra torturadores e agentes da repressão da ditadura militar por diversos estados do Brasil.

Os jovens fizeram uma ação tradicional na Argentina e no Chile chamada de “escracho”, quando são realizados protestos para denunciar a participação de agentes dos regimes autoritários em perseguições, torturas e assassinatos. No Brasil, os jovens apelidaram a ação de esculacho.

O encontro conta com a participação de movimentos sociais como o MAB, MST, o MPA, a Frente Popular Dario Santillán (Argentina) e o Movimento Nacional Campesino Indígena (Argentina).

Aproximadamente 50 jovens organizados no Movimento Popular Urbano (MPU), participaram no último sábado (15) de encontro de jovens no Seminário Nossa Senhora de Fátima, em Erechim, onde foram levantados os problemas que os jovens vivem na sociedade hoje. Estiveram presentes na atividade representações dos bairros Aeroporto, Progresso, Polígno, estudantes da Universidade Federal Fronteira Sul (UFFS) e militantes do Levante Popular da Juventude.

Os militantes, de movimentos populares do campo e da cidade ligados à Assembléia Popular, defendem a necessidade da construção de um Projeto Popular para o Brasil que se contraponha aos interesses dos latifundiários e das grandes empresas multinacionais.

Mais de 1000 pessoas de Altamira e região protestaram contra a construção da hidrelétrica de Belo Monte e pelo direito à moradia na manhã dessa sexta-feira (29).