Mulheres

Cerca de duzentas mulheres ligadas aos movimentos do campo e da cidade de Marabá realizaram no oito de março um ato em frente a prefeitura da cidade as atividades referente ao dia internacional das mulheres.

Cerca de 500 mulheres do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocuparam a sede da fazenda Aliança, da senadora Kátia Abreu, no município de Aliança (TO), as margens da rodovia Belém –Brasília.

Menina de 16 anos foge de boate onde polícia encontrou 15 mulheres em situação de cárcere privado e regime de escravidão.

Há uma tendência de aumento na exploração sexual de mulheres em obras como as das usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, no Rio Madeira, devido à migração de um contingente massivo de trabalhadores. Ocorre então a mudança econômica e de padrão cultural na região.

Na noite do dia 25 de outubro, o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) realizou um importante ato político de encontro dos grupos de base da comunidade quilombola de Cupira em Santa Maria da Boa Vista (PE). O encontro teve a participação das cerca de 100 famílias organizadas nos grupos de base e faz parte da preparação para o Encontro Nacional do MAB em 2013.

A participação das mulheres foi significativa nesse processo. “Elas estão cada vez mais engajadas na luta, muitas pela primeira vez assumindo a responsabilidade de coordenadoras dos grupos”, afirmou Louise Löbler, da coordenação do Movimento.

Com o objetivo de fortalecer a organização das mulheres atingidas por barragens e denunciar a violação dos direitos humanos das mulheres, agravados com a construção das hidrelétricas, o MAB deu início a um trabalho de formação e organização das mulheres atingidas pelas barragens de Rondônia, com apoio da ONU Mulher.

O Movimento dos Atingidos por Barragens, em parceria com a ONU Mulheres (UNIFEM), desenvolve a segunda etapa do projeto que tem como objetivo colaborar com um diagnóstico sobre as principais violações aos direitos das mulheres atingidas por barragem no estado de Rondônia, além de dar capacitação às atingidas para atuarem como defensoras dos direitos humanos, a fim de combater as violações que vem ocorrendo na região.

As mulheres da Via Campesina promovem a Jornada Nacional de Lutas das Mulheres Camponesas, com ações realizadas em 10 estados por todo Brasil, para cobrar da presidenta Dilma Rousseff a realização da Reforma Agrária, um novo modelo agrícola baseado em pequenas propriedades e o veto das mudanças no Código Florestal.

Na manhã de hoje, iniciou a Jornada Nacional de Luta das mulheres do campo e da cidade - 08 de março – no estado do Rio Grande do Sul.