Região Sudeste

Iniciou nesta manhã (25), o Seminário Mineração no Alto Rio Pardo, que está sendo realizado no município de Salinas, no norte de Minas Gerais. O evento, que faz parte da Jornada Nacional de Lutas, é organizado pelo MAB em parceria  com o Movimento da Articulação dos Sindicatos dos Trabalhadores Rurais, o Colegiado do Território da Cidadania Alto Rio Pardo e as comunidades atingidas pela mineração.

Cerca de 10 mil pessoas participaram na tarde hoje (24), em Belo Horizonte (MG), de um grande ato unificado em defesa da educação. A maior parte do público era de professores que estão em greve há quase 80 dias. Também participaram estudantes, movimentos sociais da Via Campesina, Assembléia Popular, sindicatos, movimento popular urbano, entre outros, em um grande momento de levante dos trabalhadores e trabalhadoras do estado de Minas Gerais.
 
Os professores estão em greve para reivindicar melhores condições de trabalho e remuneração.

Cerca de 350 integrantes da Via Campesina ocuparam nesta manhã (22) a sede da Superintendência Regional do Incra, em Belo Horizonte, Minas Gerais.

Cerca de 70 pessoas, membros de diversas organizações sociais do campo e da cidade, participaram nos dias 17 e 18 de agosto de mais um Seminário da Plataforma Operária e Camponesa da Energia em Minas Gerais, agora realizado na cidade de Ponte Nova, na Zona da Mata mineira. O evento também é parte da Jornada de Lutas promovida pela Via Campesina neste mês de agosto.

O comitê visa articular melhor a sociedade contra o projeto do Código Florestal aprovado na Câmara dos Deputados, em maio deste ano, e que atualmente se encontra em discussão no Senado.

O objetivo é se contrapor ao projeto de lei (PLC 30/2011), que modifica o Código Florestal. Aprovado pela Câmara dos Deputados no final de maio, a medida é criticada por pesquisadores, organizações sociais e ambientalistas, que defendem que o novo Código enfraquecerá a proteção às florestas e promoverá um retrocesso no combate ao desmatamento.

Cerca de 500 trabalhadores e trabalhadoras acampados e assentados do MST do estado de São Paulo ocuparam a sede da Superintendência do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), na manhã de hoje, 03 de agosto. O ato tem por objetivo pressionar o governo para a pauta da Reforma Agrária.

O Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) levou a visão dos atingidos sobre os impactos causados pelas hidrelétricas ao debate “Articulação do Ministério Público na questão de Hidrelétricas (Usina Hidrelétrica – UHE e Pequena Central Hidrelétrica – PCH)”.

A cobrança abusiva teria começado em 2008, quando a AES Eletropaulo realizou a troca dos relógios de medição nas casas da região. Com os equipamentos novos, os moradores dizem que as tarifas saltaram de R$ 15 ou R$ 20 mensais para R$ 100, R$ 150 e R$ 200, em média.