Encontro Nacional do MAB

Integrantes do Movimento dos Atingidos por Barragens realizaram, na manhã dessa quarta-feira (04), diversas panfletagens pela cidade de São Paulo. A ação consistiu em distribuir a edição especial do jornal Brasil de Fato, “Atingidos por Barragens”.

As crianças têm papel importante no Encontro Nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens que está acontecendo em Cotia, São Paulo, reunindo mais de três mil pessoas de todo o Brasil. São aproximadamente 100 crianças de 17 estados do País, entre zero a 12 anos de idade. “Temos uma diversidade cultural muito bonita, muitas crianças correndo, brincando, dividindo, cantando e vivendo novas experiências”, explica Daiane Carlos, coordenadora da Ciranda, o espaço dedicado às crianças dentro do encontro.

Esta é a conclusão de representantes de diferentes setores da energia em debate feito sobre o tema no Encontro Nacional do MAB

O ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria Geral da Presidência da República, afirmou que a política nacional de direitos para os atingidos por barragens será assinada ainda neste ano. A afirmação foi feita na tarde desta terça-feira (3) durante o Encontro Nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), que reúne mais de 3 mil pessoas em São Paulo.

Cleonira dos Santos, militante do MAB, conta sua história e aponta os impactos da construção das barragens na vida das pessoas atingidas.

“Nosso principal inimigo é o imperialismo”. Esta afirmação perpassou todas as falas da mesa de análise de conjuntura deste segundo dia do Encontro Nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), que reúne cerca de dois mil e quinhentos atingidos entre 2 e 5 de setembro em Cotia (SP).

O espaço da manhã desta terça-feira (03) analisou a correlação de forças no atual cenário nacional e internacional, além das possibilidades de resistências da classe trabalhadora, movimentos sociais e, especificamente, do MAB.

“Os brasileiros podem esperar o melhor dos médicos cubanos que estão chegando. São profissionais extremamente bem preparados, todos com mais de 15 anos de experiência, que já estiveram em missões em outros continentes, como África e Ásia. São profissionais que atuaram em momentos de crise, em locais atingidos por terremotos, por exemplo. E, acima de tudo, são pessoas preparadas para atuar na prevenção, no cuidado com a saúde na atenção básica e para estar muito próximos do cotidiano das comunidades que mais precisam.